07/12/2017 as 06h40 - Atualizado em 07/12/2017 as 06h40

SC - Rodrigo Collaço é o novo presidente do Tribunal de Justiça de SC

Desembargador foi eleito em votação na manhã desta quarta-feira



O desembargador Rodrigo Collaço, de 54 anos, é o novo presidente do Tribunal de Justiça de Santa Catarina (TJ-SC). Ele foi eleito depois de uma votação em dois turnos. No primeiro, Collaço liderou com 33 votos, oito a mais que César Abreu. No segundo turno, o novo presidente do TJ venceu por 47 a 44. Um desembargador votou em branco. A nova gestão toma posse na primeira semana de fevereiro do ano que vem e fica à frente do tribunal por dois anos.
Além de Collaço e Abreu, concorreram a presidente Ricardo Fontes, Maria do Rocio Luz Santa Ritta, Alexandre d'Ivanenko, Jorge Luiz de Borba e Joel Dias Figueira Júnior. No primeiro turno, Collaço recebeu 33 votos contra 25 de Cesar Abreu, 20 de Fontes e 14 de D'Ivanenko.
A votação iniciou às 9h12min e se estendeu por 20 minutos. O processo foi manual, dividido em duas urnas para que os 92 desembargadores presentes pudessem cotar. Apenas um dos 93 magistrados que formam o tribunal não esteve presente. Paulo Henrique Martins estava em viagem.
Logo depois da escolha do presidente, os desembargadores elegeram Moacyr de Moraes Lima Filho como 1º vice-presidente. A escolha dele, assim como a de Collaço, foi acirrada: venceu Saul Heil por 46 a 45, além de um voto em branco.
Currículo
Natural de Florianópolis, Collaço iniciou na magistratura catarinense como juiz substituto lotado na Corregedoria-Geral da Justiça, em 1989. Logo depois, atuou nas comarcas de Urubici e da Capital e, como juiz de direito titular, atuou em Papanduva, Palmitos, Porto União, Chapecó, Joinville e Capital. Presidiu a Associação dos Magistrados Catarinenses (AMC) de 1999 a 2003, e a Associação dos Magistrados Brasileiros (AMB) de 2005 a 2007. Em fevereiro de 2009, tomou posse no cargo de juiz de direito de 2º grau do TJ. Assumiu como desembargador em 2012. Atualmente, era integrante da 4 Câmara Criminal do TJ-SC, uma responsáveis por julgar recursos criminais em segunda instância.
Fonte: Diário Catarinense

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Públicado por: Roberto Lorenzon