Agentes de combate as endemias realizam ação contra o Aedes Aegipty em Chapecó

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    A manhã do último sábado foi dia de combate ao mosquito Aedes Aegipty, que transmite a dengue, febre chikungunya e Zika, em Chapecó. Agentes de Combate as Endemias realizaram visita nos bairros Belvedere, Trevo, Vila Rica e Desbravador. O objetivo foi realizar orientações para a prevenção e eliminação de focos do mosquito nas residências.

    No município, foram registrados inúmeros casos, por isso a mobilização. Em 2014 foram registrados 2.686 focos; 2015 foram registrados 846 focos do mosquito; em 2016 foram 514; em 2017 foram 601. Já em 2018 são 632 focos encontrados. Neste ano também já foram recolhidos ou entregues no Ecoponto 14.543 pneus; foram realizadas 359 pulverizações; 26.413 pessoas foram abordadas em ações educativas; e 399 inspeções e vedações de depósitos elevados foram realizadas.

    De acordo com Douglas Fritzen, Coordenador da Vigilância Ambiental de Chapecó o principal foco dos mutirões é a prevenção e sensibilização da comunidade, principalmente para atingir aquelas pessoas que trabalham durante a semana e não estão em casa no horário de visitas dos profissionais de saúde.

    O coordenador também alerta a população para os cuidados necessários com a criação dos mosquitos. “A água parada potencializa o crescimento e desenvolvimento do mosquito, por isso precisamos eliminar todos os reservatórios que possam acumular água, tudo começa por ai”, esclareceu.

    A orientação às pessoas é para que confiram dentro de casa: ralos, floreiras, fontes ornamentais, vasos sanitários e aquários; do lado externo: conferir reservatórios que possam acumular água: calha, cisternas e caixas de água; piscinas precisam ter água tratada e no caso de piscinas de plástico a água precisa ser eliminada assim que terminar de usar; pneus precisam ser destinados ao Ecoponto.

    Dados atuais

    A situação epidemiológica atual em Chapecó aponta que neste ano foram registrados 93 casos de dengue, 86 foram negativados e 07 casos aguardando resultado.  Os números de chikungunya foram registrados três casos e após a investigação, foram negativados. Já com a doença de Zika, não teve nenhum caso registrado ainda este ano no município.