Bolsonaro deixa hospital e defende Pazuello e volta a pedir voto impresso nas eleições

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Após receber alta neste domingo (18), o presidente Jair Bolsonaro defendeu a atuação do governo e do ex-ministro da Saúde Eduardo Pazuello nas negociações por vacinas, voltou a pedir a adoção do voto impresso nas eleições de 2022 e disse querer estudos sobre mais um medicamento para combater a covid-19. Questionado sobre recente reportagem do jornal “Folha de S. Paulo” que mostrou vídeo em que Pazuello recebe representantes de uma empresa de Santa Catarina para intermediação de compra de vacinas Coronavac com a fabricante chinesa Sinovac e diz que um memorando de entendimento foi assinado, Bolsonaro defendeu a atuação do ex-ministro afirmando que não foi fechado contrato.

“Se eu estivesse na Saúde, eu teria apertado a mão daqueles caras todos”, disse Bolsonaro, argumentando que Pazuello estava sem paletó e não estava à mesa no vídeo divulgado, o que mostraria que não houve negociação alguma com a participação do então ministro. “Não tem como você fraudar no nosso governo”, garantiu.

Bolsonaro voltou a defender o que chama de voto impresso auditável, repetindo críticas ao presidente do TSE (Tribunal Superior Eleitoral, Luís Roberto Barroso, dizendo ainda que a apuração da votação tem que ser pública.