Embargos impostos pela China preocupam suinocultores em Santa Catarina

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Os embargos impostos pela China e o endurecimento nas regras sanitárias às empresas exportadoras preocupam os suinocultores de Santa Catarina, pois certa de 60% do envio de carne suína catarinense é destinado ao país asiático.

O governo brasileiro teme mais interrupções, além das três unidades que já tiveram as exportações barradas por Pequim diante do endurecimento das restrições sanitárias à importação de alimentos no país.

Segundo apuração da entidade mais duas plantas devem ser suspensas pela China, que ampliou o número de pedidos de informações à Brasília sobre os casos de contaminação de funcionários por Covid-19. Além de estabelecimentos de carnes bovina e de frango, os chineses também fizeram questionamentos sobre locais de abate de suínos de empresas de todos os portes.

Na avaliação do presidente da Associação Catarinense de Criadores de Suínos, Losivanio de Lorenzi, todas as empresas que exportam estão adotando medidas rígidas para garantir a produção livre do coronavírus.

De Lorenzi explicou as quantidades de toneladas do alimento exportados para outros países. Antes das primeiras suspensões, 102 frigoríficos do país estavam habilitados.