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Nova Política Hospitalar Catarinense é aprovada em reuniões das entidades AHESC-FEHOSC com secretário da Saúde

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Na tarde desta quarta-feira, 20 de outubro, o presidente da AHESC, Altamiro Bittencourt, a presidente da FEHOSC, Ir. Neusa L. Luiz, e as Diretorias das entidades em reunião com o secretário da Saúde, André Motta Ribeiro, e o secretário-adjunto, Alexandre Fagundes, aprovaram, por unanimidade, a nova Política Hospitalar Catarinense criada pela SES com a contribuição dos hospitais.
Desde o início deste ano, os presidentes da AHESC e FEHOSC, juntamente com o Grupo de Trabalho da Política Hospitalar Catarinense – GT-PHC, criado pelas entidades e coordenado pelo assessor jurídico, Dr. Paulo Henrique Góes, participaram de 32 reuniões com a SES que discutiram a elaboração da Política.
Durante o encontro de hoje com o secretário, realizado na sala de reuniões do Hotel Slaviero, na Capital, as entidades e seus associados apresentaram pontos que ainda necessitam de ajustes na nova Política Hospitalar, sendo eles as questões que envolvem Carência e Cirurgias Eletivas de Média e Alta Complexidade.
Ao ouvir os apontamentos, o secretário da Saúde, André Motta ressaltou a urgência do Estado em realizar as Cirurgias Eletivas, de uma fila que supera o número de 100 mil pessoas, e que, segundo o secretário, deverá ser findada até o segundo semestre de 2022.
O secretário discursou sobre os benefício trazidos com a Política Hospitalar baseada em qualificação de serviços e valorização de processos, com o investimento de R$ 633 milhões de reais/ano. O objetivo é chegar na qualidade mais alta possível em Saúde e fazer de Santa Catarina referência no país.
Com relação às divergências ainda encontradas entre as partes, o secretário reafirmou seu compromisso em continuar com os diálogos e negociações diante de algumas particularidades que precisam ser discutidas, mesmo após a aprovação da Política.
A ideia é de que haja evolução e aprimoramento da Política por meio de diálogo e bom senso entre as partes, para a busca de solução dos impasses dentro do prazo das contratualizações (70 dias).
Havendo a possibilidade de futuros acordos, as Diretorias foram à favor da aprovação da Política que “irá beneficiar 7 milhões e 300 mil catarinenses com mais ofertas e menos sofrimento”, finaliza Motta.