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Pinhalzinho trabalha em projeto que visa mitigar às mudanças climáticas para a agricultura

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A secretaria de Agricultura de Pinhalzinho vem trabalhando nos últimos quatro anos e meio, em um projeto de enfrentamento às mudanças climáticas.
Chuvas em demasia ou estiagens prolongadas, esses eventos climáticos externos não podem ser controlados, mas seus impactos sim, desde que, trabalhadas maneiras de mitigar seus efeitos e danos.
Foi pensando nisso, que em 2017, no início da gestão, a administração municipal através da secretária de Agricultura vem projetando melhorias para serem implementadas na infraestrutura da pasta. Naquele momento, uma forte tempestade atingiu o município mostrando a necessidade de investimentos em substituição de pontes, bueiros e pontilhões, por exemplo.
Conforme o secretário da Agricultura, Honorino Dalapossa, em razão das inúmeras intempéries que atingem a cidade, a pasta trabalha em uma forte ação de implantação de galerias e troca de bueiros por diâmetros maiores, ampliando o tamanho e a quantidade. “Aonde haviam cinco bueiros, nós instalamos sete, oito. Em função do crescimento da nossa agricultura, os agricultores também estão comprando máquinas maiores, plataformas de colheita, plantadeira, então nós precisamos focar também nessa infraestrutura de alargamento das estradas, cortando curvas. Apenas nessas últimas semanas implantamos duas galerias e também fizemos a substituição de um bueiro, de um metro, para um bueiro de um metro e meio, então temos essas ações de enfrentamento a possíveis desastres climáticos, quando falamos de chuva”.
Em um cenário oposto, a da falta das precipitações, as ações de prevenção estão pautadas no programa, ‘Água no Campo’ que trabalha com três frentes principais, proteção de fontes, água de poço artesiano para o consumo humano e água de cisternas para o consumo animal. “Nos últimos noventa dias estamos abrindo vala para cisternas de dez unidades. Os animais continuam tendo suas necessidades nos dias com pouca, ou nenhuma chuva, por isso estamos trabalhando com foco na prevenção, para que esse abastecimento seja possível nesses períodos. Nós oferecemos a vala ao custo zero para o agricultor para que ele possa fazer então essa construção de cisterna. Temos também o programa de proteção de fonte, tudo isso faz parte do programa, ‘Água no Campo’. Já para o consumo humano focamos muito forte nos primeiros quatro anos do governo Cena, na abertura de poços artesianos, trabalhamos na abertura de quarto poços artesianos que beneficiaram 120 famílias, divididas em quarto grupos.  Nesse primeiro ano do segundo mandato, vamos instalar mais quatro poços, mais quatro redes, para quatro grupos, que deverão beneficiar também cerca de mais 100 famílias. Então esse programa ele trabalha nas três frentes, proteção de fontes, água de poço artesiano para o consumo humano e água de cisterna para o consumo animal”, finalizou o secretário Honorino.