CHAPECÓ
Política Presidente do Stimpc crítica reforma trabalhista

Presidente do Stimpc crítica reforma trabalhista

48
divulgação/Assessoria

No próximo dia 11 completa sete meses da reforma trabalhista, que teve como uma das ações, o fim da contribuição sindical. O presidente do Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias do Material Plástico de Chapecó (Stimpc), Vilson Silveira apóia o ministro do Supremo Tribunal Federal, Luiz Edson Fachin e considera a reforma inscontitucional.

Silveira afirma que o objetivo da reforma era acabar com o desemprego, mas não foi o que ocorreu. Ao contrario, o desemprego aumentou e as categorias continuam perdendo representatividade e direitos. O presidente ainda ressalta que as ações trabalhistas caíram, não por que o trabalhador não tinha direito, mas sim devido as dificuldades impostas ao acesso dos trabalhadores à justiça.

O dirigente concorda que o fortalecimento dos sindicatos é a estratégia mais indicada ao retorno da segurança jurídica nas relações do trabalho. Sem instituições fortes “tanto do trabalho como do capital”, a tendência é a situação se agravar a cada dia. Diante da frustração causada pelas mudanças na lei trabalhista, nada mais justo que “reformar a reforma”.

O Stimpc relata que além dos problemas causados a população trabalhadora, a mudança no tributo representa renúncia fiscal pela União. Dezessete ações de inconstitucionalidade de dispositivos da reforma estão protocoladas no STF. No final do mês passado, devido a Reforma Trabalhista, a Organização Internacional do Trabalho (OIT) incluiu o Brasil na “lista suja” dos 24 países violadores das convenções e norma internacionais do trabalho.