CHAPECÓ

    SC – Santa Catarina registra mais de 11 mil focos do mosquito aedes aegypti em 2017

    7

    Santa Catarina registrou 11.095 focos do mosquito aedes aegypti, vetor de doenças como dengue, febre amarela, chikungunya e zika virus, em 144 municípios em 2017. Segundo dados da Vigilância Epidemiológica (Dive), em 2016 foram 6.853 focos do mosquito em 137 municípios. O número de focos de 2017 é 61,9% maior se comparado ao mesmo período de 2016.

    O aumento aconteceu no país todo. Focos são situações em que o mosquito ou a larva são encontrados geralmente nas armadilhas espalhadas pelas cidades ou nos trabalhos de vistorias.
    Entre as cidades com mais casos estão Joinville, onde a quantidade de focos dobrou, chegando a 292 em 2017, Balneário Camboriú com 1.744 casos , Xanxerê com 850, e Itajaí com 832.
    A boa notícia é que o número de doenças diminuiu. Em 2016 foram registrados 4,4 mil casos de dengue, sendo que no ano passado somente 15 em Santa Catarina.
    O ano de 2017 fechou com 33 casos de chikungunya (casos de pessoas que contraíram o vírus fora do estado) e um de zica, importado também. Mas ainda há casos suspeitos em investigação. Essa queda das doenças ocorreu em todo o país.

    Como evitar a proliferação do mosquito

    No verão o cuidado com o mosquito aedes aegypti precisa ser ainda maior, pois ele se reproduz mais rapidamente. É preciso evitar água parada. Veja as dicas:
    – Coloque areia no prato das plantas ou troque a água uma vez por semana. Mas não basta esvaziar o recipiente. É preciso esfregá-lo, para retirar os ovos do mosquito depositados na superfície da parede interna, pouco acima do nível da água. O mesmo vale para qualquer recipiente com água.

    – Pneus velhos devem ser furados e guardados com cobertura ou recolhidos pela limpeza pública.
    – Garrafas pet e outros recipientes vazios também devem ser entregues à limpeza pública.

    – Vasos e baldes vazios devem ser colocados de boca para baixo.
    – Limpe diariamente as cubas de bebedouros de água mineral e de água comum.

    – Seque as áreas que acumulem águas de chuva.

    – Tampe as caixas d’água.
    Fonte: G1