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Secretaria da Educação reduz cargos administrativos nas escolas de SC

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reprodução/internet

Com o foco em manter a política atual do Governo do Estado em reduzir os cargos e os gastos públicos, a Secretaria de Estado da Educação (SED), determinou implementação de duas medidas. Essas foram determinadas pela secretária Simone Schramm, baseadas em um estudo técnico da Secretaria de Estado da Fazenda.

Uma das medidas foi a suspensão de 476 funções gratificadas pagas a servidores em exercício na sede do órgão. O número de funções que serão mantidas ainda será definido pela SED.  A segunda ação será o retorno de 114 professores às salas de aula que até o momento, desempenhavam funções administrativas nas escolas – esta lista foi publicada no Diário Oficial da União.

A secretária explica que os dados levantados foram acompanhados por ela. “Estes profissionais participaram de projetos importantes, mas cumpriram suas missões e não há mais justificativa para mantê-los afastados das escolas”, afirma.

Diagnóstico

No diagnóstico, os profissionais da Fazenda da Educação trouxeram uma série de recomendações as escolas. Uma delas é fortalecer o quadro administrativo, o que evita o deslocamento de professores das escolas – cada vez que um professor é tirado da sala de aula, o Estado é obrigado a contratar um profissional temporário (ACT’s), o que onera a folha de pagamento.

O estudo também identificou o número excessivo de funções gratificadas: 3 a cada 4 servidores recebiam alguma gratificação. O custo anual dessas funções gratificadas atinge o montante de R$ 12,7 milhões. A estimativa é de que, com a redução das gratificações e a volta destes 114 profissionais às salas de aula, seja possível economizar algo em torno de R$ 9,5 milhões até o final do ano.

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